Dessa vez, sem fotos na capa. Pois são muitas. Tenho dificuldade em desenvolver o texto. Não apenas, por não ser jornalista, cronista ou escritor. É simplesmente porque foram CINCO equipes do Colégio Leonardo da Vinci que jogaram e QUATRO delas chegaram ao pódio.
No primeiro ano, de disputa dos Jogos Abertos de Porto Alegre, Categoria Minivôlei, o Centrevoll-Da Vinci fez barba, bigode e ainda deu uma ajustada no cabelo. Vencemos a SÉRIE PRATA, no feminino e no masculino, e mais ainda uma 3ª colocação no feminino.
Na SÉRIE OURO masculina também, chegamos ao pódio com um disputadíssimo 3º lugar.
Sempre falávamos, "essa gurizada têm futuro", que um dia eles iriam mostrar o "futuro".
Pois ontem , no Clube Exp. Sarg. Geraldo Santana, dia 11/11/2012, o presente buscou o futuro e mostrou a todos que não vai mais largar. A preocupação dentro do planejamento para essa competição, não ficava restrito a saber jogar. Mas sim, como jogar aliando qualidade técnica a famosa "malandragem". Executar todo e qualquer ataque com intenção clara, objetiva de fazer o ponto. Não passar a bola para o outro lado para livrar-se da bola, e sim para pontuar. Em todas as nossas cinco equipes tivemos atletas demonstrando de forma efetiva esse comportamento. Além disso, reparti o coração em cinco e por sorte, sempre que uma das equipes não jogava, podia ajudar e muitas vezes, sentar no banco de reservas e aplaudir, incentivar e observar o trabalho da Prfoa. Vanessa(não estava presente), do Prfo Léo Rattay, do Prfo Renato e do Prof. Rafael, refletidos naquele momento da competição. O resultado das equipes é o resultado de oito meses de treino, treino, treino, treino....... Alí naquele instante do tempo, ficou claro o quanto gostamos do nosso esporte, do tempo de atleta veio os conselhos para essa criançada, das experiências em competições anteriores o comportamento como técnico-educador. Já comentei com alguns pais, no colégio, que o momento do dia, em que não considero uma forma de trabalho, mas sim um momento de atividade prazerosa é quando treino ou fico a beira da quadra de vôlei.
Somado a esses fatores, não posso deixar de falar nos pais. Sempre, sempre presentes e atuantes na forma positiva do incentivo, do aplauso e do sorriso com todos os nossos atletas. Sem palavras só as imagens.
PARABÉNS!!! PARABÉNS!!!PARABÉNS!!!PARABÉNS!!!
Fotos:
https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/JAPAFINAISMINI2012?authkey=Gv1sRgCOG38pXT16O1Fw
Prof Léo Dias
CENTREVOLL
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
JAPA FINAL MIRIM MASC 2012
Desde o momento em que resolvi criar um blog e de escrever o que penso, tenho uma vaga noção de como um bom escritor e jornalista, necessita ser bom. Reflito que o necessário para a função de transmitir pensamentos, de sentimentos e de fatos para a escrita, seja de certa maneira, a mesma necessidade de criar uma EQUIPE. O texto literário, descritivo, argumentativo, qualquer um deles, deve criar o imaginário na mente do leitor e dessa forma as palavras "se solidificam". Eu pergunto, então: como solidificar numa criança ou num pré-adolescente a atitude, a união, a coragem, a garra, a determinação???? O escritor pode ter acertado na estrutura física do texto: a ordem direta; a pontuação; a regência e a concordância. Da mesma forma, os atletas podem saber executar um toque, um saque, uma manchete. Mas na hora de ler; o texto é compreensível, o leitor tem clareza das idéias. No momento de jogar, somos obrigatoriamente "empurrados" a juntar a execução física, os fundamentos técnicos do vôlei com o sentimental.
Isso não apenas na visão individual. E quando a regra exige um jogo coletivo. Como fica o meu texto???
Pois bem, o mirim masculino encontrou a fórmula do bom escritor, do bom jornalista. Hoje, pela manhã, no Ginásio Tesourinha, a piazada juntou as idéias com a estrutura física. O texto
foi claro: sei jogar vôlei e jogo para vencer. Para entender: semi-final, terceiro set 14 para o Colégio Sta. Dorotéia e 11 para Da Vinci. Virada não menos espetacular, como não permitia cardíacos no jogo; 16X14 para o Colégio Leonardo Da Vinci. O jogo determinava a vaga na final. Na final, vendemos caro a derrota nos dois sets (25x21 & 25x22), para o Colégio Farroupilha. Muito diferente, daquele texto, no dia 20 de Outubro, que escrevemos com uma baixíssima pontuação. A Equipe cresceu em todos os sentidos. Qualquer pessoa, que viu os dois jogos, percebeu um texto bem organizado e com pensamento claro.
Quero ressaltar, a presença sempre positiva dos pais, orientadores externos dessa equipe.
PARABÉNS À TODOS.
Fotos:
https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/JAPAFINALMIRIMMASC2012?authkey=Gv1sRgCJ2_uZvaj__3FA
Prof Léo Dias
Centrevoll
Isso não apenas na visão individual. E quando a regra exige um jogo coletivo. Como fica o meu texto???
Pois bem, o mirim masculino encontrou a fórmula do bom escritor, do bom jornalista. Hoje, pela manhã, no Ginásio Tesourinha, a piazada juntou as idéias com a estrutura física. O texto
foi claro: sei jogar vôlei e jogo para vencer. Para entender: semi-final, terceiro set 14 para o Colégio Sta. Dorotéia e 11 para Da Vinci. Virada não menos espetacular, como não permitia cardíacos no jogo; 16X14 para o Colégio Leonardo Da Vinci. O jogo determinava a vaga na final. Na final, vendemos caro a derrota nos dois sets (25x21 & 25x22), para o Colégio Farroupilha. Muito diferente, daquele texto, no dia 20 de Outubro, que escrevemos com uma baixíssima pontuação. A Equipe cresceu em todos os sentidos. Qualquer pessoa, que viu os dois jogos, percebeu um texto bem organizado e com pensamento claro.
Quero ressaltar, a presença sempre positiva dos pais, orientadores externos dessa equipe.
PARABÉNS À TODOS.
Fotos:
https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/JAPAFINALMIRIMMASC2012?authkey=Gv1sRgCJ2_uZvaj__3FA
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Centrevoll
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
1º Torneio Sinodal Mirim 2012
Não se faz equipes sem adversários. O adversário pode ser o tempo, a distância, um outro menino e o mais difícil: nós mesmos. No sábado passado, 20 de Outubro,o Centrevoll Mirim Masculino foi atrás desses adversários. Encontrou a todos muito bem dispostos. O tempo, não era o clima, que estava maravilhoso, com sol, céu azul e muito calor na tarde. O tempo era a experiência desses garotos em treinos e jogos. Oito meses de treinos, com apenas dois jogos de mirim. O último foi pelo JAPA, no mês de Junho. A distância significa a diferença de maturidade dentro da equipe, uma heterogeneidade que necessita de tempo. O outro menino é a superação do desconhecido, do outro lado da quadra, com uniforme diferente. E por final, se enfrentar frente a todos os adversários anteriores. Para mim, todos sem exceção são valentes. Pois em nenhum momento, solicitaram para não jogar, ao contrário, olhavam e falavam com o olhar- posso jogar!! Fico muito orgulhoso, de treiná-los e levá-los para enfrentar os adversários. Tivemos momentos de construção de um ponto, com saque por cima, por baixo e com ataque dirigido, defesa e contra-ataque com rallys que pareciam perdidos. Nos pontos, os meninos vibrando como equipe em final de campeonato.
Vamos continuar a treinar e a jogar.
PARABÉNS GURIZADA.
PS. As fotos não são de profissionais.
https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/1TorneioSinodalMirim?authkey=Gv1sRgCJ6F_ayN8vengAE
Att
Prof Léo Dias
Centrevoll
Vamos continuar a treinar e a jogar.
PARABÉNS GURIZADA.
PS. As fotos não são de profissionais.
https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/1TorneioSinodalMirim?authkey=Gv1sRgCJ6F_ayN8vengAE
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Prof Léo Dias
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domingo, 7 de outubro de 2012
3º Festival Minivôlei Anchieta
Em todas as publicações, tenho o cuidado de inserir uma imagem neutra.
Para ser parcial com todos os atletas e futuros. Nessa edição fiquei com a preferência, apesar do festival ter sido realizado em quatro etapas, cada etapa com um nível de minivôlei, e consequentemente com grupos de crianças diferentes; para a imagem de capa do álbum no Picasa. Essas meninas com 07-08 anos, querem brincar ou jogar???
Essa questão para os professores é muito importante. E para os pais??? E porquê esse questionamento???
Na primeira fase do festival, os jogos foram do nível 1 ou numa linguagem mais compreensível, o jogo permitia agarrar todos os 3 toques obrigatórios. Todas as crianças receberiam medalhas no final. Parecia tudo perfeito. Porém não existe perfeição no mundo real.
E para as nossas crianças, ela tornou-se concreta, quando no final do último jogo, as nossas equipes alfa e beta não ganharam um jogo sequer. Apesar de conversarmos, que o voleibol tem um particular em relação a outras modalidades, de não existir o empate, uma de nossas crianças, chorou e esse fato não me deixa nada feliz. O jogo é para proporcionar alegria e felicidade. Para ser feliz, numa competição, tem que haver pelo menos um jogo vitorioso para a nossa equipe.
E um jogo vitorioso exige duas vitórias. A primeira mais difícil. Vencer a si mesmo. A segunda é vencer os adversários.
No Nível 2 e 3 o mesmo resultado do Nível 1. Somente no Mirim atingimos os objetivos que queremos em quadra. Dos seis jogos, cinco vitórias. Parabéns a essas meninas.
E as outras, porquê não tivemos um desempenho pelo menos similar?? As nossas jogadores, não jogaram mal, apresentaram uma evolução em alguns fundamentos técnicos, mas não foram suficientes para ganhar os jogos. Respostas definitivas seriam, aqui e agora, pura desculpa. Sou muito exigente comigo e com o grupo de treinadores. Levo muito a sério o meu trabalho, o Centrevoll é para proporcionar alegria e não tristeza. Dessa vez, não saí satisfeito e vou trabalhar para reverter esse sentimento. Conto com a sempre colaboração dos senhores, pois nossos atletas merecem toda a felicidade possível.
Fotos: https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/3FestivalAnchieta2012?authkey=Gv1sRgCKPu7Nvtu6ybTw
https://picasaweb.google.com/101139677055238227875/TorneioVolleyAnchieta
Att
Prof. Léo Dias
Centrevoll
Para ser parcial com todos os atletas e futuros. Nessa edição fiquei com a preferência, apesar do festival ter sido realizado em quatro etapas, cada etapa com um nível de minivôlei, e consequentemente com grupos de crianças diferentes; para a imagem de capa do álbum no Picasa. Essas meninas com 07-08 anos, querem brincar ou jogar???
Essa questão para os professores é muito importante. E para os pais??? E porquê esse questionamento???
Na primeira fase do festival, os jogos foram do nível 1 ou numa linguagem mais compreensível, o jogo permitia agarrar todos os 3 toques obrigatórios. Todas as crianças receberiam medalhas no final. Parecia tudo perfeito. Porém não existe perfeição no mundo real.
E para as nossas crianças, ela tornou-se concreta, quando no final do último jogo, as nossas equipes alfa e beta não ganharam um jogo sequer. Apesar de conversarmos, que o voleibol tem um particular em relação a outras modalidades, de não existir o empate, uma de nossas crianças, chorou e esse fato não me deixa nada feliz. O jogo é para proporcionar alegria e felicidade. Para ser feliz, numa competição, tem que haver pelo menos um jogo vitorioso para a nossa equipe.
E um jogo vitorioso exige duas vitórias. A primeira mais difícil. Vencer a si mesmo. A segunda é vencer os adversários.
No Nível 2 e 3 o mesmo resultado do Nível 1. Somente no Mirim atingimos os objetivos que queremos em quadra. Dos seis jogos, cinco vitórias. Parabéns a essas meninas.
E as outras, porquê não tivemos um desempenho pelo menos similar?? As nossas jogadores, não jogaram mal, apresentaram uma evolução em alguns fundamentos técnicos, mas não foram suficientes para ganhar os jogos. Respostas definitivas seriam, aqui e agora, pura desculpa. Sou muito exigente comigo e com o grupo de treinadores. Levo muito a sério o meu trabalho, o Centrevoll é para proporcionar alegria e não tristeza. Dessa vez, não saí satisfeito e vou trabalhar para reverter esse sentimento. Conto com a sempre colaboração dos senhores, pois nossos atletas merecem toda a felicidade possível.
Fotos: https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/3FestivalAnchieta2012?authkey=Gv1sRgCKPu7Nvtu6ybTw
https://picasaweb.google.com/101139677055238227875/TorneioVolleyAnchieta
Att
Prof. Léo Dias
Centrevoll
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
CAMPEÃS - SÉRIE PRATA
Como disse ontem a atleta Baby Bellini - "COMO É BOM GANHAR"!
Iª COPA INTEGRAÇÃO DE VOLEIBOL MIRIM FEMININO - esse é o título da série prata conquistada. Dia 15/16 de setembro; sábado no Colégio Rainha do Brasil e domingo no Clube Exp. Sarg. Geraldo Santana, no bairro Santo Antônio. Dificuldades no sábado para vencer na estréia contra o Lindóia Tênis Clube. E mais do que isso, foi a pressão, desmedida e mal-educada, de um avô da torcida do Teresópolis Tênis Clube, ajudaram na derrota de 2x1(15x13 no terceiro set) para o TTC. Domingo outras derrotas para as equipes da série ouro. E vitórias contra as equipes da série prata. Em maio essa mesma equipe ficou em terceiro na série prata na Copa AABB.
Cinco meses depois; frio, chuva, notas, férias, nada impediu a evolução das nossas meninas.
Um resultado para incentivar os demais atletas. O troféu já está exposto no hall do colégio, em frente ao auditório. Hoje mesmo, com chuva e frio, iremos treinar; afinal ninguém vai ficar brabo em solicitar uma nova prateleira para outros troféus.
PARABÉNS MENINAS.
Prof. Léo Dias
Outras fotos: https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/ICOPAINTEGRACAOGSANTANA?authkey=Gv1sRgCIKfv4nI7OGiwQE
segunda-feira, 9 de julho de 2012
ENFIM JUNTOS
Inverno frio, muito frio.
A estação climática, que mais incomoda para sair da cama, não foi mais forte que a vontade de 53 atletas do voleibol davinciano. Vindos da Zona Sul ou do Moinhos de Vento, eles queriam jogar. Piás e gurias, como no bom gauchês, encontraram-se na Escola Rainha do Brasil, para o Festival de Minivôlei, que também teve jogos da Categoria Mirim(4x4). Essa foi a primeira vez, para nossos estreantes do Beta e alguns do Alfa enfrentarem adversários diferentes. Sob a orientação dos professores e olhos atentos e ansiosos, diga-se, dos incentivadores pais, nossos atletas aqueceram, alongaram, jogaram, ganharam, perderam, esperaram o retorno à quadra, brincaram no intervalo e foram premiados todos com medalhas. Atletas destaques e mais alfa e beta jogando juntos numa das equipes. Uma festa, enfim todos juntos.
Outras fotos e vídeos:
Prof. Léo Dias
Centrevoll
A estação climática, que mais incomoda para sair da cama, não foi mais forte que a vontade de 53 atletas do voleibol davinciano. Vindos da Zona Sul ou do Moinhos de Vento, eles queriam jogar. Piás e gurias, como no bom gauchês, encontraram-se na Escola Rainha do Brasil, para o Festival de Minivôlei, que também teve jogos da Categoria Mirim(4x4). Essa foi a primeira vez, para nossos estreantes do Beta e alguns do Alfa enfrentarem adversários diferentes. Sob a orientação dos professores e olhos atentos e ansiosos, diga-se, dos incentivadores pais, nossos atletas aqueceram, alongaram, jogaram, ganharam, perderam, esperaram o retorno à quadra, brincaram no intervalo e foram premiados todos com medalhas. Atletas destaques e mais alfa e beta jogando juntos numa das equipes. Uma festa, enfim todos juntos.
Outras fotos e vídeos:
https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/FestivalMiniVoleiRBrasil2012?authkey=Gv1sRgCKz7pN3M1efdtwE.
Prof. Léo Dias
Centrevoll
segunda-feira, 2 de julho de 2012
É OFICIAL? VALE MEDALHA?
Jogos Abertos de Porto Alegre - 2012
O título dessa postagem resume tudo.
Treinar pra quê? Qual o objetivo de sofrer tanto?
É apenas um jogo?? O que ele representa??
Essas e outras tantas questões são a tônica dos esportes
competitivos. O prêmio, a recompensa, enfim a vitória
é a resposta simples e direta.
Ganhar um jogo representa o ponto final, a chegada. E quando ganha-se um jogo e perde-se o outro
imediatamente após. Basta para isso, a troca do adversário. O resultado final é ZERO? Parabeniza-se pela vitória e explica-se o infinito de desculpas, de dificuldades na derrota?
O que me importa é que os atletas crescem a cada jogo. "Conquistam a sua própria confiança na vitória" e entendem que sempre existirá alguém melhor para vencerem. Não posso deixar de frisar, de registrar a imensa colaboração dos pais. A melhor energia que passa sem bloqueio, quando o ponto é finalizado na quadra, vem das arquibancadas.
Para finalizar as palavras de um mestre: Bernardinho- "A vontade de se preparar tem que ser maior do que a vontade de vencer. Vencer será consequência da boa preparação".
Outras fotos:
https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/MirimMascJAPA2012?authkey=Gv1sRgCNCu9aekmOOSogE#
Prof. Léo Dias
Centrevoll
O título dessa postagem resume tudo.
Treinar pra quê? Qual o objetivo de sofrer tanto?
É apenas um jogo?? O que ele representa??
Essas e outras tantas questões são a tônica dos esportes
competitivos. O prêmio, a recompensa, enfim a vitória
é a resposta simples e direta.
Ganhar um jogo representa o ponto final, a chegada. E quando ganha-se um jogo e perde-se o outro
imediatamente após. Basta para isso, a troca do adversário. O resultado final é ZERO? Parabeniza-se pela vitória e explica-se o infinito de desculpas, de dificuldades na derrota?
O que me importa é que os atletas crescem a cada jogo. "Conquistam a sua própria confiança na vitória" e entendem que sempre existirá alguém melhor para vencerem. Não posso deixar de frisar, de registrar a imensa colaboração dos pais. A melhor energia que passa sem bloqueio, quando o ponto é finalizado na quadra, vem das arquibancadas.
Para finalizar as palavras de um mestre: Bernardinho- "A vontade de se preparar tem que ser maior do que a vontade de vencer. Vencer será consequência da boa preparação".
Outras fotos:
https://picasaweb.google.com/centrevolpoa/MirimMascJAPA2012?authkey=Gv1sRgCNCu9aekmOOSogE#
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